Bateu insistentemente e esperou. Abri, convidei e não entrou. Limpou os pés, vasculhou a sala com os olhos e foi embora sem se despedir. Por que a visita?
Lavei minhas mãos.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Sabe um oásis?
Sabe quando bate aquela fome e você pode comer seu prato predileto?
Sabe quando bate aquele tédio e você sai com sua melhor companhia?
Sabe quando sua boca seca de tanta sede e te oferecem um copo de água bem gelada?
Sabe quando você está com frio na barriga e alguém te dá a mão dizendo que tudo vai acabar bem?
Sabe quando acaba o ovo na hora de bater um bolo pra visita e você tem que pedir ao vizinho e ele te dá com toda boa vontade?
Sabe quando toca sua música favorita no rádio na hora em que você menos espera?
Sabe quando o calor está derretendo até pensamento e bate aquela brisa deliciosa no seu rosto?
Sabe quando se está triste e um abraço te consola?
Sabe quando se está feliz e você pode dividir (ou multiplicar?) essa felicidade com alguém?
Sabe?
Então, é bem assim que eu sinto você. Um oásis.
Sabe quando bate aquele tédio e você sai com sua melhor companhia?
Sabe quando sua boca seca de tanta sede e te oferecem um copo de água bem gelada?
Sabe quando você está com frio na barriga e alguém te dá a mão dizendo que tudo vai acabar bem?
Sabe quando acaba o ovo na hora de bater um bolo pra visita e você tem que pedir ao vizinho e ele te dá com toda boa vontade?
Sabe quando toca sua música favorita no rádio na hora em que você menos espera?
Sabe quando o calor está derretendo até pensamento e bate aquela brisa deliciosa no seu rosto?
Sabe quando se está triste e um abraço te consola?
Sabe quando se está feliz e você pode dividir (ou multiplicar?) essa felicidade com alguém?
Sabe?
Então, é bem assim que eu sinto você. Um oásis.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Saudades
Dei a última aula do ano na quinta-feira, dia 17/12. Não tem nem uma semana, mas já estou com saudades da minha turminha...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Aceno
Rastro nenhum deixou
Na solidão de sua estrada
No chão em que pisou
Lama suja e alma lavada
Olhou contente p'ra trás
E ao longe me viu a acenar
Desfez seu ar de sagaz
Quando me pus a provocar:
-Sabia que olharia
Pensando encontrar-me vazia
Desengano esta sua vaidade
Transbordo arte e poesia
Me encharcando de saudade.
Na solidão de sua estrada
No chão em que pisou
Lama suja e alma lavada
Olhou contente p'ra trás
E ao longe me viu a acenar
Desfez seu ar de sagaz
Quando me pus a provocar:
-Sabia que olharia
Pensando encontrar-me vazia
Desengano esta sua vaidade
Transbordo arte e poesia
Me encharcando de saudade.
sábado, 31 de outubro de 2009
O par ideal
Ou é ideal ou é existente. Há de se escolher: amar um ideal ou amar uma pessoa. Muito fácil amar o que não existe. Fácil e sem graça. Mas há quem prefira. O que complica é esperar de pessoas reais um comportamento ideal. O amor é necessariamente dependente da realidade. Ele não sobrevive a ela, ele só sobrevive com ela. A ilusão é o veneno do amor. O objeto amado pode não ser o que gostaríamos e vamos continuar a amá-lo, mas se descobrimos que ele não é o que pensávamos, aos poucos o amor se escoa pelo ralo. O parceiro ideal é no que devemos nos transformar. A solução do problema é essa: preocupar-se em ser o par ideal, tomar para si as exigências feitas aos outros. Se eu não sou o que considero um par ideal, não mereço um pra mim.
domingo, 4 de outubro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Fabricio Carpinejar
Olha, eu não sei nem o que dizer... Cliquem e leiam. Esse homem é tudi! Tudibão! rsrsrs
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