segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Torcida pela Gaby 2

Coincidentemente, uma aluna também se acidentou no fim-de-semana: a Gaby 2. Não consegui muitas informações, espero conseguir vê-la amanhã... Por favor, orem e torçam por ela.

DEUS está cuidando! Eu creio!
Gabriel está aprendendo a encontrar e entender verbetes em dicionários e enciclopédias.
Fazendo tarefa hoje à tarde:

G - É pra copiar tudo? Até essas palavras complicadas?
Q - Não, o exercício está pedindo só os significados.
G - Hum... Agora as coisas começam a fazer sentido na minha cabeça...

Minutos depois...

G - Vou ter que fazer a mesma coisa com essas palavras?
Q - Vai.
G - Ê lasqueira!

Mais alguns minutos...

G - Aaaaaaaaa, meu Deus! Isso embola meus neurônios!

O Gabriel levou um susto nesse fim-de-semana. A avó dele bateu com o carro e ele estava junto.
Ele contou a história (fiquei com um medo do caramba, quase fiz xixi na calça...) umas 3 vezes. No fim de uma dessas vezes, Carol sai com essa:
- Agora falta você mandar isso para o Aconteceu Comigo!

Ele já tinha ficado CHOCADO vendo "palavrões" no dicionário. Quando o Bruno chegou, ele mostrou o dicionário indignado e disse:
- É muita pouca-vergonha pra um dicionário só!

Eu comentei a agitação, disse que ele estava surtado hoje. Ele fez que sim e acrescentou:
- Bebi pinga!

Depois, passou um papel pro pessoal colocar MSN e Orkut. A Gaby nem deu bola, devolveu sem escrever. Ele, amuado:
- Só ela que não deu. Mulheres...

kkkkkkkkkkkk
Nem a Gaby aguentou!
Diálogo da mãe com o Dani, hoje de manhã:

M - Quando começamos a dieta?
D - Ué! Você não começou?
M - Você não acordou...
D - Eu disse que não era pra comer nada de manhã. Você comeu o que?
M - Comi cream cracker. Você não acordou, estava te esperando.
D - Me esperando pra não comer nada juntos???

kkkkkkkkkkkk

Minutos depois...
D - Pode tomar só café.
M - E adoça com o que? Adoçante?
D - Não, com Leite Moça.

kkkkkkkkkkkkkkkk
Mariana narrava para os novos alunos as peripécias do Pedro na escola, só horrores. Ele, compenetrado, continuava a fazer a tarefa... Ela conta do dia que ele virou a lata de lixo na hora do recreio. Ele levanta os olhos, com um ar nostálgico e solta essa:
- Velhos tempos...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Amamos essa garotada!!!

- Cala esta suna matraca horrorosa!
(Carol irritada com Gabriel - em espanhol!!!)
kkkkkkkkkkk

- Por que não tem mais trema?
...
- Eu gostava mais. Dava uma fashionzidade na palavra...

!!!

(Gabriel, 12 anos, reclamando da Reforma Ortográfica)

Bras.N.E. = Brasil Neurótico Experimental
(Gabriel aprendendo a consultar enciclopédias)

- Pedro, é falta de educação ir à uma festa para a qual você não foi convidado.
- Não, eu vou falar com o Vinícius se eu posso ir. Aí ele liga pra menina, claro. Aí ele fala bem de mim pra ela e ela deixa eu ir...
(Pedro, 11 anos, planejando dar uma de penetra na festa da Mila)

- Cada árvore que "cê" tirar é uma nuvem preta que "cê" vai criar.
(Bruno, 13 anos, sobre as causas das mudanças climáticas)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

- Tia, vou aprender a fazer cachecol.
- Que legal, Lari.
- Vou vender pra ganhar uma graninha.
- Muito bom!

...

- Para fazer uma poupança para meus filhos...
(Lari, 10 anos, super-precavida)

domingo, 16 de agosto de 2009

???

"Ô, Queila, quando o Bruninho crescer ele vai ser anão, não é?"
(Léo, 8 anos, figuraça)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

"Não é melhor resolver quando está ruim do que deixar pra resolver quando estiver pior?"

(a mesma aluna, porque eu disse que minhas unhas estão um horror, mas só vou resolver isso no fim-de-semana)

Será que ela tem noção da profundidade do que disse? Tudo bem adiar a manicure, mas, em muitas outras questões, o que ela disse seria a solução. Evitaria desencontros, desentendimentos, desastres... A maioria dos problemas teria soluções mais rápidas, menos doloridas, deixando menos marcas, se os enfrentássemos quando detectados. Quando a situação está "só" ruim, antes de ficar pior... Por que as pessoas têm tanto medo de confrontos? Por que evitamos encarar os problemas, enfrentá-los, falar sobre eles, pedir ajuda pra resolvê-los? Por que tanta dificuldade para admitir nossas "imperfeições" e fragilidades? O diálogo, a conversa franca e direta, a coragem de expressar opiniões e de discordar de opiniões expressas, o respeito incondicional ao outro... será que é utopia ansiar por um mundo assim?